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MICROSOFT LIBERA ATUALIZAÇÃO ANTIPIRATARIA PARA WINDOWS 7
Autor / Fonte: Computerworld/EUA - 25/02

Atualização é opcional e entra em contato com a Microsoft a cada 90 dias para verificar legitimidade do sistema operacional.

Como prometido, a Microsoft começou a oferecer aos usuários do Windows 7 uma atualização para o software antipirataria da empresa via Windows Update. A atualização para o Windows Activation Technologies (WAT), programa antipirataria anteriormente conhecido como Windows Genuine Advantage (WGA), foi massacrada por críticos.

No começo do mês, a co-fundadora da People For Internet Responsibility (PFIR), Lauren Weinstei, pediu para usuários do sistema operacional bloquearem a atualização opcional, dizendo que o WAT é inaceitável por examinar o PC do consumidor a cada 90 dias para garantir que o micro rode uma versão legítima do Windows 7.

Quando anunciou a atualização do WAT no dia 11 de fevereiro, a Microsoft informou que a revisão era necessária para detectar mais de 70 “exploradores de ativação”, termo usado pela empresa para designar o que outros chamam de “crack”, que ativa o produto usando chaves roubadas em cópias ilegais do Windows 7.

Na época, a Microsoft disse que a atualização do WAT periodicamente “ligaria para casa”, ou para os servidores da Microsoft, para revalidar a cópia do Windows 7 como legítima, assim como usaria as oportunidades para atualizar assinaturas de ativação e detectar novos cracks. Inicialmente, disse o gerente do grupo de ativação da Microsoft, Joe Williams, o WAT se conectaria à empresa a cada 90 dias.

Usuários do Windows 7 que têm o Windows Update configurado para baixar e instalar atualizações automaticamente receberão o WAT – classificado como KB971033 – sem precisar fazer nada.

Para bloquear a atualização, marcada como “importante”, usuários devem configurar o Windows Update para que o programa avise quando chegam novas atualizações. Assim, antes da instalação ser feita, uma janela com pedido de autorização surgirá no sistema.

Como diversas atualizações do Windows, a KB971033 está marcada apenas como “Atualização para o Windows 7 (KB971033)” no Windows Update. Apenas quando os consumidores selecionam a atualização aparece uma descrição mais detalhada. Ainda assim, a descrição não fala sobre a função de validação repetitiva.

Usuários cujo PC já baixou e instalou a atualização do WAT podem desinstalá-la pelo Painel de Controle. A opção de desinstalação também é nova para o software anti-pirataria da empresa. As atualizações do antigo WGA não podiam ser desinstaladas.


5 MEDIDAS PARA SALVAR O INTERNET EXPLORER
Autor / Fonte: Computerworld/EUA - 03/02

Cada nova pesquisa de mercado apresenta um novo desafio difícil ao IE, mas é possível reverter a situação.

Pesquisas recentes mostram que o Internet Explorer segue em frente em sua longa e firme queda de participação de mercado, com nenhum fim à vista. Mas não é preciso que seja assim.

Dados da NetApplications, por exemplo, mostram que o Internet Explorer fechou janeiro com uma participação de 62,2%. O Chrome saltou para o terceiro lugar, com 5,2% do mercado.

Segundo o relatório, o IE perdeu meio ponto percentual, e os 62,2% de participação foram outro recorde de baixa em um caminho descendente que já custou ao navegador da Microsoft 10% de sua fatia de mercado apenas no ano passado.

Pelas projeções, se o IE mantiver o ritmo dos últimos três meses, o navegador chegará a abril de 2011 abaixo da marca de 50%.

Mas o IE não precisa ter este destino. Eis cinco coisas que a Microsoft pode fazer para salvar o Internet Explorer.

1.Mais rápido
Comparado com o Firefox, o Chrome e o Opera, o Internet Explorer é simplesmente lento demais. Em testes, ele foi mais lento que todos os outros browsers por uma ampla margem - os resultados seguem abaixo.

A navegação na web não é só JavaScript, é certo, mas em geral o IE é mais lerdo que os outros browsers, especialmente na comparação com o Google Chrome – e o Chrome é justamente o navegador que mais ganhou mercado. Conclusão: a Microsoft precisa dar rapidez ao Internet Explorer.

2.Cadê as extensões?
Muitos dos melhores recursos do Firefox não foram construídos dentro do browser; eles são acrescentados por desenvolvedores independentes, que criam add-ins gratuitos.

Até o Chrome agora suporta extensões, e essas extensões acrescentam recursos similares ao navegador do Google.

O Internet Explorer não suporta nem add-ins, nem extensões, e o grupo de desenvolvedores que escrevem código para ele é pequeno.

A Microsoft precisa fazer com que o IE suporte add-ins e extensões, bem como incentivar um ecossistema de desenvolvedores interessados em escrever código para ele.

Afinal de contas, o IE tem o maior fatia de mercado. Logo, ele deveria ter a maior parte dos add-ins, não a menor.

3.Integração com Windows Live Sync e Live Mesh
O Windows Live Sync e o Live Mesh são dois grandes produtos da Microsoft – e são grátis.

Eles sincronizam arquivos e pastas entre diversos PCs e Macs, e oferecem acesso e controle remoto de PCs pela internet, entre outros recursos.

A Microsoft deveria integrar o Internet Explorer a eles, e quem sabe construir essas características diretamente no Internet Explorer.

Nenhum outro navegador teria esse tipo de recurso, que seria a grande diferença a favor do Internet Explorer.

4.Melhore a barra de endereços
O IE já faz algumas coisas boas com a barra de endereços, como destacar o domínio atual -  se você está visitando uma longa URL, pode enxergar mais facilmente qual domínio está sendo acessado.

A barra de endereços também tem uma segunda função, como caixa de busca.

Esses recursos são uma base importante, mas é hora de ser criativo. A Microsoft deveria adicionar mais truques à Barra de Endereços.

5.Ative o fator “cool”
O IE é um navegador perfeitamente utilizável e funcional – mas, para interromper seu declínio, ele precisa oferecer mais que isso. Ele poderia passar por uma repaginada e ganhar uma interface mais elegante.

Não é possível dizer exatamente o que deve ser feito nesse aspecto, mas a Microsoft tem mostrado que pode ser criativa quando quer – basta olhar para os papéis de parede que vêm com o Windows 7.

Pegando emprestado a frase de um concorrente: no caso do design do IE, é hora de a Microsoft pensar diferente.


CHROME TOMA ESPAÇO DE IE E FIREFOX NO MERCADO DE BROWSERS EM JANEIRO
Autor / Fonte: Computerworld/EUA - 01/02

Navegador do Google atinge 5,2% de participação enquanto IE e Firefox continuam perdendo espaço em janeiro, informa a NetApplications.

O Google Chrome ganhou participação no mercado de navegadores em janeiro enquanto os concorrentes Internet Explorer e Mozilla Firefox perderam espaço, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (1/2) pela empresa de métricas online NetApplications.

O Chrome, que recentemente pegou o terceiro lugar do Safari, da Apple, fechou o mês de janeiro com 5,2% de participação no mercado, de acordo com a companhia de métricas de internet NetApplications. O aumento de 0,6% em relação ao mês anterior foi o segundo maior desde o lançamento do programa em setembro de 2008. O Chrome dobrou sua participação desde julho de 2009.

Enquanto isso, o Internet Explorer perdeu 0,5 ponto percentual de participação e fechou janeiro com 62,2%, outra queda que custou ao navegador da Microsoft 10% da sua participação no último ano. Se o IE mantiver a taxa dos últimos três meses, terá menos de 50% do mercado em abril de 2011.

A participação do Firefox também caiu em janeiro, pelo segundo mês consecutivo. O navegador perdeu 0,2 pontos percentuais e ficou com 24,4%. De acordo com a NetApplications, o Firefox ainda está para atingir a marca dos 25%, chegando perto em novembro antes das duas quedas na participação.

O Firefox 3.6, lançado no dia 21 de janeiro, fechou o mês com 1,1% de participação. A nova versão, porém, não conseguiu impedir a queda na parcela do navegador de código aberto.

O Safari alcançou 4,5% do mercado, enquanto o Opera caiu para 2,4% de participação durante o mês de janeiro.

Os resultados do Chrome já atingiram a primeira meta definida pelo Google, que esperava alcançar 5% de market share até setembro de 2010 e 10% até setembro de 2011. Mantendo a média dos últimos meses, o navegador do Google atingirá 10% em novembro de 2010, dez meses antes do planejado.

Os dados do uso de navegadores pelo mundo em janeiro estão disponíveis no site oficial da NetApplications.


GOOGLE READER AGORA AVISA SOBRE ATUALIZAÇÕES EM QUALQUER SITE
Autor / Fonte: IDG News Service - 12/01

Nova opção permite acompanhar mudanças em páginas sem recurso de assinatura RSS; aviso vem com uma pequena amostra da alteração.

O Google Reader, programa para aviso e recebimento de conteúdo distribuído via web, pode agora ser utilizado para acompanhar mudanças em sites que não oferecem o serviço de divulgação RSS, ou ‘feed’, segundo anunciou o Google nesta terça-feira (26/1).

Para criar um feed personalizado para uma página web que não tenha o recurso de assinatura de conteúdo, os usuários deverão informar o endereço (URL) da página no campo “Add a subscription” do Google Reader. Depois disso, os usuários serão avisados sobre mudanças na página, e receberão com cada aviso um pequeno trecho da parte alterada.

Se os responsáveis pelos sites não quiserem que o Google Reader crie um feed para seus conteúdos, eles poderão bloquear o serviço, tanto página por página como no site inteiro. As instruções foram publicadas no site de ajuda do Google Reader.

O Google adverte que o Reader pode perder algumas mudanças e, por conta disso, falhar na notificação dos usuários. Além disso, apenas conteúdo produzido em inglês e formatado em HTML será monitorado. O Google Reader também não é capaz de acompanhar as mudanças em páginas com frames ou cujo conteúdo é protegido por uma página de login.

Esta nova habilidade de checar mudanças de qualquer página web chega em um momento que observadores se questionam sobre o futuro das aplicações que gerenciam conteúdo distribuído dessa forma, como o Google Reader e o Bloglines, à medida que mais e mais sites web usam o Twitter para notificar leitores que um novo conteúdo acaba de ser publicado.


GOOGLE ABRE ACESSO A KIT DE DESENVOLVIMENTO PARA O ANDROID 2.1
Autor / Fonte: IDG News Service - 12/01

Nova versão da ferramenta é mais rápida e oferece recursos adicionais, como o reconhecimento de voz e um aplicativo de galeria em 3D.

O Google lançou o kit para desenvolvimento de software (SDK) da última versão do seu sistema móvel, o Android 2.1.

Fabricantes de smartphones e desenvolvedores já podem fazer o download e aproveitar os recursos da nova versão do sistema.

O lançamento no fórum de desenvolvedores do sistema diz que o “Android 2.1 é um pequeno lançamento para os aparelhos que executam o Android e começa a ser distribuído em janeiro de 2010”.

O novo SDK é mais rápido, segundo o Google. Entre as novidades estão o suporte a reconhecimento de voz, desenvolvimento de papéis de parede dinâmicos e um aplicativo de galeria com visual 3D.

Além disso, há também mudanças no sistema WebKit, utilizado para trabalhar com a navegação na internet, que agora permite suporte a localizações geográficas.

Mais informações sobre o novo kit de desenvolvimento podem ser encontradas no site oficial do Google.


 

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