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APÓS PROBLEMAS NO MOBILEME, APPLE OFERECE 2 MESES GRATUITOS DO SERVIÇO
Autor / Fonte: Macworld/EUA - 19/08

São Francisco - Usuários receberam mais 60 dias de serviços gratuitos como pedido de desculpas aos problemas enfrentados desde o lançamento.

A Apple está oferecendo 60 dias de extensão de serviços aos usuário do MobileMe pelos problemas de navegação desde o lançamento da ferramenta. Esta é a segunda ampliação do serviço que a Apple oferece:  no meio de julho, a companhia deu 30 dias a mais de serviço.

O MobileMe substitui o serviço .Mac, serviço online da Apple. O serviço oferece acesso a e-mail, endereço para construção de site, publicação e distribuição de arquivos e sincronização com Macs, PCs e iPhones.


A Apple lançou o MobileMe no mesmo período que o iPhone 3G e a App Store e teve uma estréia cheia de dificuldades - usuários não podiam acessar e-mail, houve um tempo grande de manutenção, problemas com sincronização e outros.

Os problemas com o lançamento do MobileMe fizeram com que Steve Jobs, CEO da Apple, enviasse um memorando aos funcionários da Apple dizendo que o serviço “não é o padrão da Apple” e que a estréia poderia ter sido adiada. Jobs também indicou que Eddy Cue, vice-presidente do iTunes, assumiu a gestão do serviço.

“Já fizemos muitas melhorias ao MobileMe, mas ainda há muito mais coisa se fazer”, descreveu o novo e-mail da Apple. “Para agradecer a paciência de nossos usuários, nós daremos a todos os assinantes do MobimeMe 60 dias gratuitos de extensão de serviços".

A Apple indica que a prorrogação de 60 dias é em cima do um mês de prorrogação que a maioria dos assinantes já recebeu.

“Estamos trabalhando muito para fazer do MobileMe um ótimo serviço do qual nós todos possamos ter orgulho. Nós sabemos que o lançamento do MobileMe não aconteceu no melhor momento e apreciamos a sua paciência enquanto contornamos essa situação”, descreveu o e-mail.

A Apple postou uma nova página no seu suporte com detalhes sobre os 60 dias de extensão do serviço.

Peter Cohen, editor da Macworld, de Framingham


SO REJEITA APELAÇÕES CONTRA OPENXML E DEVERÁ APROVAR PADRÃO DA MS
Autor / Fonte: IDG News Service/EUA - 15/08

A Organização Internacional de Padronização (da sigla em inglês, ISO) e a Comissão Eletrotécnica Internacional (da sigla em inglês, IEC) deram luz verde para publicar a especificação OpenXML, da Microsoft, rejeitando quatro apelações que tentavam rever a decisão.

Os conselhos técnicos tanto da ISO como da IEC aprovaram a publicação do ISO/IEC DIS 29500, nome oficial da especificação do OpenXML, afirmou a ISO nesta sexta-feira (15/08). O padrão deverá ser publicado nas próximas semanas após as organizações finalizarem os documentos, desde que não haja mais apelações contra a decisão.

De acordo com o anúncio, as apelações do Brasil, Índia, África do Sul e Venezuela não obtiveram o suporte necessário de dois terços dos membros dos Conselhos de Gerenciamento Técnico da ISO e da IEX, processo exigido para que o processo seja levado adiante.

No entanto, estes países podem ainda apelar aos conselheiros executivos da ISO e da IEC para revisão e processamento, que poderá atrasar mais a publicação da especificação.

No mês passado, executivos da ISO e do IEC recomendaram a rejeição às apelações dos países. Entre as razões pelo pedido da apelação, estão supostas violações associadas com a votação em lote realizada em fevereiro que eventualmente levou à aprovação do OpenXML em primeiro de abril.

A Microsoft enviou o OpenXML à ECMA International, outro órgão de padrões, em novembro de 2005 em um esforço para passá-lo pelo processo "fast track" enquanto o padrão rival, Open Document Format, passava pelas certificação dentro da ISO.

O processo de "fast track" e a subseqüente aprovação foi pontuada por reclamações sobre um suposto comportamento inescrupuloso pela Microsoft, a implementação falha da votação e a aprovação de definições amplas demais, o que levou Brasil, Índia, Venezuela e África do Sul a protestarem.


MS, GOOGLE E YAHOO SÃO INDICIADOS POR ANÚNCIOS CRIMINISOS NA ÍNDIA
Autor / Fonte: IDG News Service/Índia - 14/08

Bangalore - Companhias são denunciadas pela Suprema Corte indiana por recorrer a técnicas que reproduzem anúncios sobre escolha do sexo de bebês.

As empresas Microsoft, Google e Yahoo foram notificadas pela Suprema Corte da Índia nesta quarta-feira (14/08), após acusações de que estavam promovendo técnicas e produtos para a seleção de material envolvendo supostas técnicas para escolha do sexo de bebês não nascidos por suas plataformas de publicidade.

Existe uma tentativa deliberada destas empresas em reproduzir para indianos propagandas que supostamente ajudam a selecionar o sexo da criança, afirmou o promotor do caso, Mathew George.

As três empresas não responderam aos contatos para comentar o processo.

A propaganda de produtos e técnicas para ajudar na seleção do sexo de crianças ainda não nascidas é uma ofensa ao Ato de técnicas de diagnóstico pré-natal e pré-concepção da Índia.

No país, pelo menos 900 mil meninas não nascidas são abortadas anualmente, afirmou George, que é também ativista social associado a organizações que lutam pelos direitos de garotas na Índia.

Ao contrário da mídia impressa, que já tinha sido alvo de ações legais pelos ativistas, buscadores permitem campanhas ainda mais focadas, acrescenta.

Os Ministérios da Saúde e Bem-Estar da Família e das Comunicações e TI também são acusados no caso, já que não tiveram qualquer tipo de atitude contra as companhias, explica ele.

Na Índia, assim como Brasil, a rede social Orkut trouxe problemas legais ao Google, que teve que se explicar à Justiça após acusações de conteúdos maliciosos e violações de direitos autorais.

No passado, o Google questionou o Aco de tecnologia da informação da Índia, aprovado em 2000, que força provedores, companhias de hospedagem, buscadores e serviços de e-mail a se responsabilizarem pelos conteúdos de seus usuários.

"Não consideramos culpados a companhia telefônica quando duas pessoas usam o telefone para cometer um crime", afirmou na ocasião o analista de políticas internas do Google na Índia, Rishi Jaitly.

Assim como na Índia, publicidades maliciosas também causaram problemas ao Google Brasil dentro da rede Orkut, sucesso apenas nos dois países.

Em agosto de 2007, o buscador foi obrigado a cancelar testes de integração da plataforma AdSense no Orkut após a ONG SaferNet acusar ao Conar que a publicidade relacionava as marcas de anunciantes com conteúdo criminoso dentro da rede, como pedofilia, incitação ao ódio e tráfico de drogas.

John Ribeiro, editor do IDG News Service, de Bangalore.


APPLE PASSA GOOGLE EM VALOR DE MERCADO
Autor / Fonte: IDG Now! - 13/08

São Paulo - Capitalização da fabricante atinge US$ 158,8 bi; buscador é avaliado em US$ 157,2 bi.

São Paulo - Capitalização da fabricante atinge US$ 158,8 bi; buscador é avaliado em US$ 157,2 bi.

Com aumento de 1,45% em suas ações, que agora valem 179,30 dólares, a Apple ultrapassou o Google em valor de mercado nesta quarta-feira (13/08), atingindo capitalização de 158,84 bilhões de dólares dentro da bolsa eletrônica Nasdaq.

Após queda de 0,51% nos seus papéis, avaliados exatamente em 500 dólares, o buscador viu valor de mercado diminuir levemente para 157,23 bilhões de dólares nesta quarta.

Com seu novo valor de mercado, a Apple passa a ser a empresa com segunda maior capitalização no mercado de tecnologia - a Microsoft lidera o ranking, avaliada em 254,8 bilhões de dólares após suas ações fecharem a 27,91 dólares nesta quarta, queda de 0,75% em relação ao dia anterior.

A mudança de postos explicita situações contrárias que as duas empresas vêm vivendo nos últimos meses - enquanto a Apple vê sua capitalização aumentar baseada na sua estratégia baseada nos negócios de iPod, iPhone e Macs, o Google sente os desdobramentos da queda nas suas ações.

Em agosto de 2007, as ações da Apple valiam 127,8 dólares. Após queda decorrente dos resultados do segundo trimestre abaixo das expectativas de Wall Street, a cotação dos papéis da empres voltaram a subir a partir de abril com o sucesso do iPhone e os boatos sobre sua versão 3G, anunciada em junho.

Nem novo balanço abaixo das projeções de analistas e acionistas foi suficiente para compensar o sucesso do lançamento do iPhone 3G nos Estados Unidos e em diversos mercados ao redor do planeta - nos 12 meses acumulados, os papéis da empresa sofreram valorização de 40%.

No sentido contrário, o Google atingiu o ápice no valor das suas ações em novembro de 2007, quando valiam 741 dólares, mas, de lá para cá, sofreu com a instabilidade da sua capitalização.

Os papéis se valorizaram mais de duzentos dólares a partir dos 515 dólares registrados em agosto de 2007 em apenas três meses. Nos meses seguintes, contudo, a desvalorização foi iniciada, se acentuando a partir de fevereiro, com as negociações frustradas entre Microsoft e Yahoo.

Nos dozes meses acumulados, os papéis do Google se desvalorizaram 3%. Ao se considerar o ápice do valor dos papéis, no entanto, a queda é de 33% em apenas dez meses.

Cálculos do blog TechCrunch estimam que, desde o início do "mergulho" de suas ações, o Google perdeu cerca de 100 bilhões de dólares em valor de mercado, duas vezes a capitalização do seu principal rival em buscas, o Yahoo.


MICROSOFT PREPARA SISTEMA OPERACIONAL BASEADO NA INTERNET, DIZ REPORTAGENS
Autor / Fonte: IDG News Service/EUA - 30/07

Framingham - Projeto apelidado de Midori seria um sistema operacional não-Windows, sem aplicações rodando localmente no hardware.

Com a internet assumindo o papel de sistema operacional do PC e a crescente adoção de tecnologias de virtualização, chegará um dia em que o cliente do Windows como vêm sendo vendido nos 20 últimos se tornará obsoleto.

Segundo reportagens, a Microsoft está se preparando para este dia com um projeto apelidado de Midori, que tem como objetivo criar um sistema operacional não-Windows, tirando vantagem de tecnologias que não existiam quando o sistema foi criado.

A Microsoft não comenta publicamente sobre o Midori, mas confirma que ele existe. Mas diversas reportagens, incluindo uma do Software Development Times, foram bem além.

A reportagem diz que o Midori é um sistema operacional baseado em internet que elimina a dependência de aplicações locais e rodaria em hardware já disponível hoje.

A capacidade de rodar sistemas operacionais, aplicações e até um desktop completo em uma partição virtual já eliminam hoje a necessidade de ter aplicações e sistemas operacionais instalados no hardware, observou o analista Brian Madden.

A própria Microsoft vem enfatizando sua estratégia de virtualização, com o Hyper-V. A virtualização de aplicações e do desktop também estão nos planos da empresa.

Elizabeth Montalbano, editora do IDG News Service, de Nova York.





 

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